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sábado, junho 04, 2005

ooops.. vai que é verdade ui ui

Poema do cú vingadô


Era uma vez um cú,
Que amava suas pregas,
Tinha treze belas meninas
Em volta de sua bodega

Um dia para seu espanto,
Algo terrível aconteceu,
Depois de uma bosta bem grossa,
Uma preguinha faleceu.

Foi uma situação terrível,
Um pobre cú em depressão,
Lembrando de sua menina
Se arrebentando com o cagalhão.

Enfim tudo passou,
E o cú voltou a sorrir,
Mas para seu suplício,
O pior ainda estava por vir.

A bunda em que morava
Entrava na adolescência,
E com o fluir dos hormônios,
Começaram as indecências

Numa bela noite,
Na calada da madrugada,
O cú sente uma dor forte
A primeira pirocada

O cú ficou aflito
Se contraiu todo... com a breca!
A piroca desistiu
E foi comer a perereca.

Agora todo cuidado é pouco,
E o cú vive sob tensão,
Embora não comido,
Sabe que rola uma tentação

Em um descuido do cú,
Um minuto de insensatez,
Veio a piroca sedenta
E entrou de uma só vez.

E o cúzinho outrora feliz,
Não sorri, não se move
Das treze pregas que tinha,
Restaram apenas nove.

Ele estava horroroso,
Nunca mais seria igual,
Ficou flácido e mole,
Uma moeda de um real.

A história não acaba aí,
Há mais cenas de horror,
Pois o cú que era alegre,
Virou um cú vingador.

Nunca mais se contraiu,
Deixa tudo passar,
E a bundinha que era linda
Agora só vive a cagar.

Dizem as más línguas,
Que esta história se espalhô,
E todo cú "caga-pau"
É discípulo do cú vingadô